Meninas que aprendem e jogam bola
Assistir a seleção brasileira feminina, hoje, é mais que 11 contra 11. Traz emoção e uma memória doída de se lembrar e indagar: como um esporte,-proporcionador de conquistas enormes- se permitiu fechar para as mulheres? Simples: o preconceito. Lutar contra ideias pré-concebidas e assuntos que pouco evoluem - machismo, objetificação dos corpos e salários desiguais - requer coragem e uma sociedade engajada.
Pioneiras no assunto e craques no campo, Marta e Formiga, meio-campistas, e Cristiane, atacante, formam o trio dos sonhos de muitos clubes. As mesmas são mais que peças importantes dentro de um time e fazem parte da história do futebol feminino no Brasil. De geniais com a bola, para espelho de uma geração que a cada dia se vê mais consciente do perigo do não incentivo.
Organização e projetos nas categorias de base, ajudaram a impulsionar e dignificar a vida das garotas, já que muitas vêm de locais que não lhe concedem o espaço para evoluírem. Escutar histórias de meninas que saíram de casa para jogar bola, e hoje atuam como profissionais do esporte ou mesmo ao conceder palestras, significa que o que foi feito pelas mulheres que nunca desistiram, valeu a pena.
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